Fazer sucesso no mundo de hoje é ver o que todo mundo vê, mas enxergar diferente. A verdade é que o sucesso não vem até você, é você que tem que ir até ele.
Se for preciso ser criativo, também é preciso lembrar que criatividade não é somente gerar coisas novas, mas abandonar coisas velhas. Lembro a frase de Picasso que dizia: "Para construir é preciso destruir". Acontece que ainda tem muita gente que mente para si mesma, vão para frente do espelho, murcham a barriga e depois saem dizendo que está tudo bem.
O mesmo Picasso disse: “Há muito tempo fiz um pacto com o destino. Tornei-me o meu próprio destino – um destino em ação”. Isso é atitude para vencer qualquer obstáculo na vida!
Para “chegar lá” nós precisamos vencer o medo. Coragem não é não ter medo, é ir em frente apesar do medo. Não temos que deixar que o medo nos controle. A vida é assim mesmo, para atingirmos um nível mais elevado de conforto temos de atravessar algumas fases de desconforto. O problema reside aí, muitas pessoas agem como fio terra, puxam a energia para baixo e dão maior ênfase nas fases de desconforto.
Busco uma grande inspiração na letra da música da pequena Jamily, uma cantora Gospel que faz muito sucesso e que diz: "Tão certo como a luz no amanhecer, seu sonho é possível sim. A nuvem cinza se dissipará e nada mais... será em vão. É a sua vez. A Mão de Deus vai escrever mais um de seus milagres se você crer que hoje é tempo de vencer. Acredite, o céu diz que sim. No calendário que só Ele vê, Ele já marcou a sua ascensão. De asas e a fé te levará a lugares que, você jamais... jamais sonhou".
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
Gilclér Regina
quarta-feira, novembro 10, 2004
sexta-feira, agosto 27, 2004
Tempo
O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.
(FERNANDO PESSOA)
(FERNANDO PESSOA)
domingo, julho 25, 2004
Amor e dependência
Ai se eu soubesse o que era o amor… não sei se alguma vez amei, se amei foi decerto há tanto tempo que não me lembro. Mas devo ter amado… porque com a mania que tenho de escrever o que me vai na alma, tenho por aí alguns poemas de amor.
Agora, imagino-o.
Quando penso em Amor a primeira coisa que me surge é – saber perdoar. Sim porque não existe a perfeição, nem o homem ou a mulher ideal ou perfeita/o. Perdoar o que nos desagrada, é um acto de amor.
Depois vêm tantas coisas… companheirismo, amizade, planear o hoje sem esquecer o amanhã.
Sentir-se completo quando se está com esse alguém. Sentir a sua falta quando não está, mesmo que o lugar deixado ainda esteja quente. Sentir aquela vontade de respirar o mesmo ar, ou o seu perfume.
Ouvir a sua voz e considera-la a mais bela melodia.
Estar junto na alegria, e também ao lado quando está triste porque o clube preferido perdeu, ou se partiu o objecto mais valioso dela. Mas sobretudo sabermos que o outro estará sempre ali, naquele lugar, quando dele temos necessidade.
Ter vontade de dar a volta ao mundo, e em conjunto planear uma volta ao bairro, nesse dia. Mas não esquecer, que o mundo nos espera num futuro próximo.
Se assim for parece haver uma dependência crónica, mútua e saudável.
No entanto, amar é também respeitar o espaço do outro. Não ficar triste porque ele hoje esteve com os amigos depois do trabalho, ou que ela resolveu sair com as antigas amigas.
A dependia total um do outro pode originar ruptura, porque falta espaço individual.
Depender da presença constante de alguém por medo da solidão, não me parece ser saudável nem justo. Isso é, para mim, um acto de cobardia. Escolher alguém para partilhar os dias e as noites, implica dedicação e respeito mútuo. Este acto jamais pode ter por base o medo ou insegurança originado pela solidão.
A vida acontece, em cada dia e hora que construímos. Nada é eterno, nem a própria solidão!
Curtesia da minha amiga (Judite)
Agora, imagino-o.
Quando penso em Amor a primeira coisa que me surge é – saber perdoar. Sim porque não existe a perfeição, nem o homem ou a mulher ideal ou perfeita/o. Perdoar o que nos desagrada, é um acto de amor.
Depois vêm tantas coisas… companheirismo, amizade, planear o hoje sem esquecer o amanhã.
Sentir-se completo quando se está com esse alguém. Sentir a sua falta quando não está, mesmo que o lugar deixado ainda esteja quente. Sentir aquela vontade de respirar o mesmo ar, ou o seu perfume.
Ouvir a sua voz e considera-la a mais bela melodia.
Estar junto na alegria, e também ao lado quando está triste porque o clube preferido perdeu, ou se partiu o objecto mais valioso dela. Mas sobretudo sabermos que o outro estará sempre ali, naquele lugar, quando dele temos necessidade.
Ter vontade de dar a volta ao mundo, e em conjunto planear uma volta ao bairro, nesse dia. Mas não esquecer, que o mundo nos espera num futuro próximo.
Se assim for parece haver uma dependência crónica, mútua e saudável.
No entanto, amar é também respeitar o espaço do outro. Não ficar triste porque ele hoje esteve com os amigos depois do trabalho, ou que ela resolveu sair com as antigas amigas.
A dependia total um do outro pode originar ruptura, porque falta espaço individual.
Depender da presença constante de alguém por medo da solidão, não me parece ser saudável nem justo. Isso é, para mim, um acto de cobardia. Escolher alguém para partilhar os dias e as noites, implica dedicação e respeito mútuo. Este acto jamais pode ter por base o medo ou insegurança originado pela solidão.
A vida acontece, em cada dia e hora que construímos. Nada é eterno, nem a própria solidão!
Curtesia da minha amiga (Judite)
quarta-feira, julho 07, 2004
História de Vida
Os anos passam,
Um atrás do outro…
Os dias vão.
E este sentimento adolescente
Sempre presente…
Tenho o que não quero
Quero o que não tenho
Procuro…
E encontro o zero.
Vou de onde venho
Sem rumo… caminho
Ouço histórias de vida
E eu escondida no ninho
Vejo a vida a passar
Discuto, falo… até com emoção
Lágrimas caem de consternação…
O que quero da vida
O que a vida quer de mim?
Assim perdida
Procuro sem procurar
Aquilo que devia encontrar!
A_BrisaDoMar
(Curtesia da minha amiga Judite)
Um atrás do outro…
Os dias vão.
E este sentimento adolescente
Sempre presente…
Tenho o que não quero
Quero o que não tenho
Procuro…
E encontro o zero.
Vou de onde venho
Sem rumo… caminho
Ouço histórias de vida
E eu escondida no ninho
Vejo a vida a passar
Discuto, falo… até com emoção
Lágrimas caem de consternação…
O que quero da vida
O que a vida quer de mim?
Assim perdida
Procuro sem procurar
Aquilo que devia encontrar!
A_BrisaDoMar
(Curtesia da minha amiga Judite)
segunda-feira, junho 28, 2004
Dependência ou Amor
Se formos analisar a essência da palavra dependência podemos averiguar que é um substantivo feminino, só tocará ás mulheres!! Não, definitivamente não, estado de depender, necessidade física e/ou psicológica de determinada substância ou actividade. Falta de autonomia… ter dependência de…
O “amor” esse substantivo masculino… sentimento que nos impele para o objecto dos nossos desejos… atracção… paixão… sentimento que predispõe a desejar o bem de alguém…
Palavras tão diferentes, mas que andam sempre juntas lado a lado. Será a dependência uma forma de amar… será o amor uma forma de dependência.
Eu acho que um dos grandes males dos casais é cair na monotonia da dependência os chamados “monotodependentes”, nesta altura beija-se por dependência, dá-se uma por habito… Amor é querer, viver a pessoa que nos ama e viver cada dia como o último dia de amor (um bocado apocalíptico). Amor é ter desejo… logo se é desejo é uma forma de depender é uma necessidade física e psicológica… Cheguei à conclusão que nada sei…
O “amor” esse substantivo masculino… sentimento que nos impele para o objecto dos nossos desejos… atracção… paixão… sentimento que predispõe a desejar o bem de alguém…
Palavras tão diferentes, mas que andam sempre juntas lado a lado. Será a dependência uma forma de amar… será o amor uma forma de dependência.
Eu acho que um dos grandes males dos casais é cair na monotonia da dependência os chamados “monotodependentes”, nesta altura beija-se por dependência, dá-se uma por habito… Amor é querer, viver a pessoa que nos ama e viver cada dia como o último dia de amor (um bocado apocalíptico). Amor é ter desejo… logo se é desejo é uma forma de depender é uma necessidade física e psicológica… Cheguei à conclusão que nada sei…
quarta-feira, junho 09, 2004
Lindo
“A cidade onde te amei foi decepada e não posso abolir as sentinelas do medo. Mas também não posso deixar de te querer com beijos e relâmpagos, com sonhos que tropeçam nas paredes e se alimentam de terror e alegria, enquanto o tempo persiste em soluçar.”
Eugénio de Andrade
Eugénio de Andrade
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